Há um ano Portugal ficou às escuras durante 12 horas: o que mudou na capacidade de resposta?

Hoje há mais centrais de blackstart, mas a Grande Lisboa continua vulnerável

  Desde 1 de janeiro de 2026 que as centrais hidroelétricas do Alqueva e do Baixo Sabor se juntaram às de Castelo de Bode e da Tapada do Outeiro e estão operacionais para prestar o serviço de blackstart (capacidade de arrancar do zero, sem recorrer à rede elétrica externa) em caso de apagão. Quer isto dizer que, em teoria, se o País voltasse a ficar às escuras - como aconteceu há precisamente um ano - recuperaria a luz mais cedo que no dia 28 de abril de 2025, quando precisou de 12 horas.  

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