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Adepto fervoroso dos gunners, o jornalista britânico fez um pedido ao amigo CR7 através das redes sociais
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Piers Morgan, um conceituado jornalista e escritor britânico, deixou no último domingo um convite a Cristiano Ronaldo nas redes sociais. Através da sua página oficial do Twitter, o também apresentador de televisão, que tem uma relação de amizade com o craque português desde os tempos em que se mudou pela primeira vez na carreira para Inglaterra, mostrou-se atento aos rumores de uma possível saída de Cristiano Ronaldo do Manchester United e não demorou em pedir, uma vez mais, que se mude para o 'seu' Arsenal.
"Está na altura, Cristiano", escreveu Piers Morgan numa primeira publicação em que surge a entregar uma camisola do Arsenal ao internacional luso, numa fotografia que contava ainda com a companheira de CR7, Giorgina Rodríguez. De seguida, um seguidor comentou: "Nos teus sonhos, Piers", ao que o jornalista britânico respondeu revelando o teor de uma mensagem privada enviada ao português: "É verdade, mas o Cristiano gosta de 'partir pedra' no futebol e eu acabei de dizer-lhe que Deus + Jesus [Gabriel Jesus] lá na frente é uma oportunidade irresistível."
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It’s time @Cristiano #afc pic.twitter.com/Kdxa1YGzcV
— Piers Morgan (@piersmorgan) July 2, 2022
Recorde-se que em 2019, durante uma entrevista conduzida pelo próprio Piers Morgan, Cristiano Ronaldo revelou o quão perto esteve de assinar pelo Arsenal quando saiu do Sporting, com apenas 18 anos. "[Ouvi dizer que estiveste muito perto de assinar pelo Arsenal e não pelo Manchester United. É verdade?] Sim, é verdade. Estive mesmo muito perto. Estive a um passo, é incrível", revelou, atirando ainda: "Perdoa-me por não ter ido para o Arsenal."
It is, but Cristiano likes breaking new ground in football & I just told him that God + Jesus upfront is an irresistible opportunity… https://t.co/GnUGq3yLId
— Piers Morgan (@piersmorgan) July 2, 2022
Mais recentemente, também Arsène Wenger assumiu que CR7 podia ter sido um 'gunner'. "Não há um, são cinquenta jogadores que me arrependo de não ter contratado. Penso que o que esteve mais perto foi Cristiano Ronaldo quando foi para o Manchester United. Tínhamos acordo com o Sporting, e o Manchester United escolheu Carlos Queiroz como treinador-adjunto e rapidamente conseguiram levar o Ronaldo. Mas tínhamos um acordo e ele até já tinha a camisola do Arsenal, aliás cheguei a almoçar com ele e com a mãe no centro de treinos", assumiu, em longa entrevista ao 'The Guardian', em outubro de 2020.
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