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Treinador do clube brasileiro explicou que mudaria de sistema tático para contar com o português e negou possível chegada à Seleção Nacional
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Luís Castro abordou o atual momento de Cristiano Ronaldo e mostrou não ter dúvidas de que o avançado português ainda pode dar muito a "muitos clubes de top na Europa".
"Está-se a causar muito ruído à volta de um jogador com a dimensão de Cristiano Ronaldo. As pessoas devem ter mais cuidado na análise e, na minha opinião, onde não digo nada por favor, acho que ainda tem lugar em muitos clubes de top na Europa", considerou o treinador do Botafogo, no programa 'Desafio Mundial' na Sport TV+.
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Questionado sobre se CR7 teria espaço no emblema brasileiro, o técnico português não hesitou em dar o aval positivo, mas lembrou um antigo avançado do FC Porto. "Teria no Botafogo, embora tenhamos lá o Tiquinho [Soares], mas jogávamos em 4x4x2 para jogarem os dois claramente. Temos de arranjar sistemas táticos e dinâmicas onde caibam os melhores e ajustar a equipa em função dos melhores. Deixar os melhores no banco para jogarem os que não são tão bons é penalizante para o treinador e para o clube", vincou, voltando a criticar quem tem apontado o dedo ao avançado português.
"Essa forma de querermos atirar para o lado uma estrela, que ganhou a Liga das Nações, foi campeão europeu e teve um conjunto de coisas associadas. Como é que metemos em causa tudo por causa do momento menos bom em termos de rendimento? Conjunto de atitudes? As coisas acontecem e nós temos de ter capacidade de as resolver", sustentou.
Luís Castro afastou ainda a possibilidade de ser o sucessor de Fernando Santos à frente da Seleção Nacional. "Os convites são sempre bons. O que interessa é perceber o momento em que estamos na nossa vida. Estou focado no projeto no Botafoto: reeguer um clube histórico que foi adquirido por John Textor. É um projeto muito difícil e estou totalmente envolvido nisso. Neste momento a minha vida é só no Brasil e já dá muitas dores de cabeça", referiu.
"Penso que todos os treinadores estão sempre muito entusiasmados em chegar às seleções dos seus países, mas nos timings e nas horas certas. Agora é o timing de alguns colegas, que não o meu. Portugal está recheado de bons treinadores e o mundo também. Não tem de ser um português. O presidente da FPF entenderá o que é melhor para a seleção, mas há um leque de treinadores que podem servir a seleção", terminou.
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