Depois da vitória na Taça da Liga, a equipa deu boas indicações com o Farense e fez um jogo muito bom com o Famalicão em casa. Um preâmbulo que gerava entusiasmo para o embate com o Barcelona. O Benfica voltou a entusiasmar e, se tivesse juntado uma pitada de sorte a um maior acerto na finalização, poderia ter assinado uma goleada das antigas. Mas apesar de alguma sorte, teve também algum azar e alguma aselhice, este último um fator que se vem a repetir. Claro que o maior azar de todos foi a arbitragem. Eu saí do estádio agarradinho à carteira, não fosse o diabo tecê-las. Nunca fiando. Até porque o larápio já tinha feito das suas em Milão, com o Inter, onde deixou passar um derrube a Neres que até a 'Gazetta dello Sport' assinalou. Quem diria que meter árbitros de um país que concorre diretamente com Portugal no ranking por mais uma equipa na Champions havia de dar nisto.