Há duas semanas referi-me nesta coluna à necessidade de valorizar para vender, de forma a ter um nível de competitividade internacional no futebol que a realidade do nosso mercado doméstico não tem capacidade de sustentar. Decorre naturalmente a pergunta se o SL Benfica estará condenado a ser um clube fornecedor de jogadores para as equipas das ligas mais ricas e que sistematicamente atingem as fases mais adiantadas da Liga dos Campeões (LC), sem que consiga ser verdadeiramente um candidato a vencer a prova.