O panorama atual dos direitos televisivos levanta sérias dúvidas sobre a capacidade que o futebol português terá no futuro próximo de aumentar receitas por essa via, quiçá sequer mantê-las. Os quase 400 milhões/ano necessários para que as promessas feitas com a negociação centralizada sejam mantidas, dada a chave de distribuição que foi anunciada, parecem cada vez mais uma miragem quando olhamos para o que se passa em França onde a LFP conseguiu receber apenas EUR500M por ano para os próximos 5 anos.