Pedro Brinca

Pedro Brinca Professor de Economia

Quadros competitivos (parte II)

Na semana passada procurei chamar a atenção para um conjunto de números que me parecem sugerir que (1) a prometida subida de receitas trazida pela negociação centralizada que permitia que nenhum clube saísse prejudicado face aos atuais contratos é muito improvável que seja cumprida; (2) a competitividade internacional dos principais clubes portugueses está limitada pela dimensão do mercado interno, excessivamente fragmentado dada a realidade económica e demográfica do país.

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