A rivalidade e o ódio caminham lado-a-lado, mas não têm forçosamente de ser duas faces da mesma moeda. A rivalidade saudável admite a provocação, gera tónus competitivo, exacerba paixões, mas conhece o seu limite. Na outra face, cunha-se o respeito pelo adversário que, após a batalha, é ele mesmo uma fonte de glória.