Silêncio e tanta gente

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Por vezes escrevemos por exigência da atualidade. Noutras, menos comuns, porque alguém nos desperta da sonolência crítica. Este texto nasce assim, como uma rutura da seiva insana do futebol das lupas e “frames”, da contaminação da paixão que cega e do comentário escravo das emoções que mergulham o nosso futebol em combustão.

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