O grito dos guerreiros

António Costa
António Costa

Desperdício histórico

O SC Braga foi ao Estádio Algarve discutir o acesso à decisão da Taça CTT, contra o V. Setúbal. A vitória clara, por 3-0, deu aos Gverreiros do Minho o direito de estarem presentes no jogo decisivo da competição, frente ao surpreendente Moreirense, que eliminou o Benfica na outra meia-final. Era a quarta final arsenalista nas últimas cinco épocas, sem incluir a Supertaça frente ao Benfica. Até por isso foi surpreendente o facto de o SC Braga ter feito uma exibição fraca, inaceitável, que deixou desgostosos os adeptos que fizeram duas viagens de 1.200 km para dar o seu apoio. A prestação triste, desligada, sem nexo, sem fio de jogo, custou a perda do troféu para uma equipa de uma freguesia de Guimarães...

A segunda gala Legião de Ouro decorreu com o brilhantismo esperado, onde a animação principal esteve a cargo de José Cid e Mariza, que fizeram vibrar as pessoas, cada um a seu jeito. Entre os galardoados, sublinho as distinções de Paulo Fonseca, que foi reconhecido como o melhor treinador; de Marafona, que, mesmo tendo chegado apenas em janeiro de 2016, reforçou a ideia de que neste clube qualquer um pode ser distinguido pela sua competência; e de Mesquita Machado, cujo reconhecimento público é um ato de elementar justiça pelo muito que fez pelo SC Braga, especialmente nas alturas mais críticas do clube. Parabéns a todos os distinguidos e à instituição, cujo nível de organização da gala certifica o seu crescimento.

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