Hoje conto-vos uma história de feitos que nascem grandes e, de imediato, são condenados à sombra. Em 1912, a americana Harriet Quimby tornou-se a primeira mulher a atravessar o Canal da Mancha de avião, um acto de coragem quase inimaginável num tempo em que voar era ainda um desafio à própria ideia de futuro. No entanto, a sua proeza foi engolida pelo naufrágio do Titanic, ocorrido no dia seguinte. O mundo escolheu onde pousar os olhos e estes factos repetem-se, vezes sem conta, de formas diferentes.