Casos pouco transparentes

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O protocolo do Sporting com o Batuque de Cabo Verde é um caso muito mal explicado. Daqueles que saltam à vista. Não quer isso dizer de forma objetiva que haja aqui um crime, mas é complicado entender como é que um grande clube português gasta 330 mil euros para monitorizar sete jogadores cuja valia, com todo o respeito pelos envolvidos, qualquer olheiro de mesa de café percebe que nunca dará para jogar em Alvalade.

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