São 75 anos de uma linda relação umbilical com o desporto. Num jornal que surgiu da ideia de um ardina que havia sido atleta olímpico, ganhou a lotaria e investiu o prémio em Record. Ontem organizámos a nossa primeira Summit, com o mecenas Betclic. Ele há coisas curiosas.
O diretor de um título vive dias especiais. Tenho o prazer e a honra de ocupar este cargo, que me dá o privilégio de privar com os leitores no Record Challenge Park, as melhores jogadoras portuguesas na Gala das Campeãs, ontem com grandes vultos do desporto português como Carlos Lopes, ainda hoje com uma visão inspiradora após uma vida de sangue, suor e lágrimas que nos deram o primeiro Ouro.
A redação do Record agradece a todos leitores e telespectadores que nos visitam diariamente. Sei que a direção, o Sérgio e o Vítor, que simpaticamente me aturam, também. Obrigado a presidentes, treinadores, jogadores, atletas e todos os que constituem a família do desporto. A festa foi bonita. Mas hoje voltamos ao modo escrutínio. O jornalismo é a nossa profissão. Doa a quem doer.