Um clássico baralhado

O Sporting vai chegar ao clássico bem mais cansado do que o FC Porto e isto quando os dragões têm na fisicalidade um dos pontos fortes. Incompreensível que a formação leonina não seja capaz de segurar um resultado e tenha sido obrigada a jogar 120 minutos antes de um jogo tão definidor para a liga. Este é um dos pontos fracos de Rui Borges, aliado à incapacidade de vencer jogos grandes, algo que conseguiu mitigar frente ao PSG mas a nível inerno nem por isso. As segundas partes não têm sido madrastas porque ao cair do pano lá chega o golo salvador de Suárez. Mas à custa de um esforço final em que custa compreender o porquê.

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