A praga de Jesus

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Jesus continua a tentar convencer-nos de que o Benfica tem sido vítima de inusitadas calamidades que o seu treinador nunca poderia controlar. Se o povo do Egito lidou com 10 pragas como castigo divino (segundo os relatos judaico-cristãos), o técnico benfiquista como que tenta esquadrinhar o seu próprio Êxodo. E os tropeções lá vão sendo sucessivamente justificados pela crise pandémica, pelo antijogo e, claro, por arbitragens coniventes com as diatribes oponentes.

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