Conceição, ano VI

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Esteja Sérgio Conceição, conforme as versões, mais descorçoado ou mais resignado com as saídas de Vitinha, Fábio Vieira e Mbemba e com o atraso nas contratações, a generalidade dos adeptos do FC Porto olha hoje para a situação com a indulgência natural de quem já está acostumado a lidar com este tipo de quebra-cabeças. Essa aparente tranquilidade medrou obviamente após ficar clara a continuidade do treinador, que é visto, cada vez mais, como um escudo protetor capaz de, invariavelmente, assegurar o restauro de uma equipa que, nas últimas cinco épocas, foi sempre competitiva, mesmo quando não ganhou. Essa aura cresceu de forma sustentada e Conceição é cada vez mais consensual também à custa da ideia de que, para ele, melhor do que uma luta é ter de lutar com um braço preso atrás das costas.

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