Vítor Pereira não salvou o Nottingham Forest com fogos de artifício; salvou-o com disciplina, simplicidade e uma recusa metódica em deixar o clube afundar-se no ruído. O treinador português entrou num contexto caótico, mas reduziu a complexidade herdada, estabilizou o balneário e transformou urgência em sobrevivência. Não fez (ainda) do Forest uma equipa bonita; fez dela uma equipa difícil de derrubar. E, numa Premier League que castiga qualquer falha estrutural, isso tem ainda mais valor.