Terei sido um dos mais impetuosos críticos do novo formato da Champions e da Liga Europa. E (ainda) não mudei radicalmente de opinião. Mantenho a desaprovação relativamente a matérias que considero cruciais, como seja o aumento do número de jogos que tornou o calendário ainda mais apinhado, com os jogadores a caírem lesionados como moscas num pingo de mel. E conservo a ideia de que a fase liga, em que cada equipa passou a realizar oito jogos contra oito adversários diferentes (quatro em casa e quatro fora), introduz um factor demasiado arbitrário, sendo capaz de criar desigualdades gritantes – o PSG foi cabeça de série no sorteio, mas teve adversários bem mais difíceis do que o Brest, por exemplo. Mas a decência também me obriga a reconhecer que esta primeira experiência tornou mais divertida esta fase das duas principais provas europeias de clubes. Dou, por isso, meia mão à palmatória…