Mourinho e a falta de "golpe de asa"

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No duelo poltrão e desenxabido do Dragão, Mourinho limitou-se a ser Mourinho, com tudo o que isso representa em termos de pragmatismo e estrategismo, e a Farioli faltou o “golpe de asa” de que falava Mário de Sá-Carneiro no poema 'Quase': “Um pouco mais de sol – eu era brasa/ Um pouco mais de azul – eu era além/Para atingir, faltou-me um golpe de asa (…)”.

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