Pavlidis, na liga das individualidades

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Rui Borges não gostou que o autor destas linhas e outros analíticos da bola tivessem reprovado a qualidade futebolística oferecida, na maior parte das vezes, pelas melhores equipas da liga. É um direito que lhe assiste, mesmo levando em conta o vício e a fraqueza do feedback, em que pareceu insinuar ser a crítica instigada por interesses clubísticos. Ora, se fosse mesmo assim, os mesmos 'opinion makers' não teriam sido unânimes quando consideraram que o Sporting fez, na última sexta-feira, 45 minutos iniciais de excelência frente ao Moreirense, a fazer lembrar o que de muito bom foi capaz de oferecer durante as primeiras dez jornadas, antes de Ruben Amorim se escapulir para Manchester. Sendo que os últimos jogos do Benfica e do FC Porto, independentemente das vitórias alcançadas em Guimarães e frente ao Famalicão, respetivamente, atestam a tese de que o título de 2024/25 não será um prémio indiscutível para a melhor equipa, mas sim uma mera recompensa para a menos má.

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