Mais do que o resultado, a exibição conseguida em Vila do Conde valida a ideia de que o Benfica emergiu na fase decisiva da época como a equipa com mais qualidade de jogo e multiplicidade de soluções. A oito jornadas do fim (mais o Gil Vicente-Benfica, em atraso), esta conjuntura parece arremedar um certo favoritismo na discussão do título, não fora a circunstância de o Sporting beneficiar de um calendário aparentemente mais descomplicado [ver infografia] e do ‘efeito Gyökeres’, fator que, já se sabe, pode sempre vir a pesar mais do que todos os outros.