A apenas duas jornadas do virar de página no campeonato, repete-se a oportunidade de reiterar o exercício de triagem dos jovens talentos da liga portuguesa. A exemplo de outras temporadas, esta seleção obedeceu a alguns preceitos. Desde logo, o de segregar os jogadores dos quatro principais clubes nacionais, por já terem suficiente visibilidade. O objectivo é precisamente o de sobrelevar prodígios que, por razões óbvias, merecem sempre menos desvelo por parte dos media. A expressao ‘Scouting’ dos remediados ou dos pobres, variante que já utilizei noutras alturas, volta, por isso, a fazer sentido. Outra regra que impus a mim mesmo foi a de não escolher craques com mais de 25 anos, uma vez que um dos objetivos é o de eleger os talentos do futebol português mais emergentes e com potencial suficiente para poderem ser olhados com plausíveis reforços dos quatro maiorais.