Sobre os remendos de janeiro

O mercado de transferências de janeiro serve para tapar urgências e tanto pode servir para corrigir os erros de verão como para criar novas embrulhadas… Não é adequado para construir equipas, mas sim para fazer remendos. Em janeiro, contratam-se necessidades, não sonhos. É sobrevivência, não revolução. É desespero, mais do que planeamento. Como disse um dia Arsène Wenger, em janeiro “paga-se sempre pelo passado, nunca pelo futuro”.

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