Bater no fundo

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Não sei o que vai dar este episódio da televisão na cabina do árbitro Fábio Veríssimo, Ou antes, sou capaz de antecipar que a pena vai ser branda e longínqua, à boa maneira da justiça desportiva em Portugal. Para já existe uma enorme deceção ética, ao ver o Porto regressar a práticas que julgava erradicadas, dignas émulas da lixívia nos balneários ou das agressões dos coletes azuis. Depois das expectativas criadas por André Villas-Boas no Football Summit, no apelo que fez ao diálogo e à regeneração, a má notícia do dia é que o Porto voltou a alinhar por baixo, nas palavras e nos atos e que o rufianismo que caracterizou um passado recente, voltou a emergir.

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