É um caso estranho, não pelos muitos milhões envolvidos, pois o dinheiro é dele, do dono do Chelsea, e ele gasta-o como muito bem entender, mas por não se perceber qual a estratégia que se esconde por detrás de tamanha febre aquisitiva. O clube londrino conta com quase meia centena de jogadores nos seus quadros e, pelos vistos, até ao fecho do mercado este número pode ainda aumentar. E o seu treinador, o italiano Enzo Maresca, não podia ser mais claro quando afirmou que trabalhava apenas com um grupo de 21 jogadores (sem contar com guarda-redes, presume-se) e que dos outros não queria saber para nada.