Sinto-me na obrigação de deixar algumas linhas a propósito do andebol nacional e da sua espectacular prestação no Mundial. E porquê? Porque, há décadas, tive o privilégio de tratar jornalisticamente esta modalidade com a importância que ela de facto merecia em ‘A Bola’. Eram os anos 80/90, quando pontificavam grandes equipas, treinadores e jogadores em clubes como o ABC, Benfica, FC Porto ou Sporting e os jogos do campeonato levavam milhares aos pavilhões para verem – e peço desculpa por não referir todos quantos mereciam – Bessone, Resende, Luzia, Brito, Areias, Tzanev, Marinov ou Tchikoulaev.