O despedimento de Xavi Alonso é um bom exemplo do papel cada vez mais enfranquecido dos treinadores, mesmo aqueles considerados de topo e com uma lista de triunfos assinalável. E as excepções, raras, apenas servem para confirmar a regra – hoje, o trabalho de um treinador tem prazo limitado e, ou ganha, ou corre o risco, altíssimo, de ir para a rua. Ruben Amorim foi outro exemplo recente da prepotência de quem manda nos clubes por força do dinheiro que neles investem. E também da pressão exercida pelo enorme ego de alguns jogadores-estrelas.