Era uma vez o maior caça-talentos da Argentina

Há um lugar na Argentina onde o talento parece infindável. Chama-se província de Santa Fé. Na sua maior cidade, Rosário, há um clube conhecido por ser um dos maiores 'semilleros' do país das pampas. Responde pelo nome de Newell's Old Boys e é, para muitos, o emblema que melhor personifica a qualidade do jogador rosarino, que tem uma ginga diferente do jogador de Buenos Aires. O Newell’s tem das melhores formações – senão mesmo a melhor – de uma nação tricampeã mundial. Não acredita? Ali, foi forjado o talento de Valdano, Batistuta, Balbo, Sensini, Gallego, Tata Martino, Pochettino, Walter Samuel, Duscher, Heinze, Berizzo, Maxi Rodríguez e Belluschi. Ah, e o selecionador nacional campeão do mundo Solari e um tal 'pibe' que saiu cedo demais da cantera do Newell's. Ainda joga. Chama-se Lionel Messi. Todos saíram das chamadas 'inferiores' dos 'leprosos'. E todos – quase todos, vá... – passaram pelo olho de lince e mãos hábeis de um homem: Jorge Griffa. Temos de falar sobre esta figura que nos deixou na última segunda-feira…

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