Wenger: a revolução já pedia uma estátua

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1987. Arsène Wenger tinha fintado o PSG ao contratar Glenn Hoddle, para muitos o melhor jogador inglês dos anos 1980. De olho no outro lado do Canal da Mancha, o então técnico do Monaco tinha 38 anos e foi a Londres ver o que mais se passava. Pediu ao agente de Hoddle para lhe indicar um bom jogo de liga inglesa. Este sugeriu-lhe um Arsenal-Norwich e arranjou-lhe lugar num camarote, onde o treinador francês conheceu David Dein, vice-presidente dos gunners. A amizade foi instantânea. Depois foi Dein quem passou a ir ao principado ver a equipa de Wenger. Em 1996, estendeu-lhe o convite para ser treinador do Arsenal. Começou aí uma história que não parece ter fim. O próximo episódio vai meter uma estátua.

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