A 23 de fevereiro de 1972, pela mão de um conjunto de corajosos jogadores que procuravam romper com um sistema que os prendia contratualmente e negava direitos laborais essenciais, em plena ditadura, nascia o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol. Em vésperas do 54.º aniversário da organização a que tenho a honra de presidir e sendo o jogador de futebol o motor desta indústria que impacta o setor do desporto e a economia nacional, nas suas diferentes dimensões geradoras de receitas: espetáculos desportivos, transmissões e direitos audiovisuais, patrocínios diretos ou indiretos, apostas desportivas, receitas fiscais e contributivas decorrentes de todas as atividades laborais e comerciais inerentes, ainda assim, em muitos dos novos ciclos políticos e planeamentos estratégicos, as necessidades dos atletas profissionais devem ser respeitadas.
