Existem temas que incomodam pela forma como se exploram os mais fragilizados para obter ganhos políticos. Sou talvez dos poucos dirigentes que em temas como os calendários internacionais ou o sistema de transferências sempre fez questão de não diabolizar o organismo máximo do futebol mundial e repartir a responsabilidade por todos os organismos que se furtam ao diálogo, cooperação e respeito pelos direitos dos jogadores.