A realização do grande congresso do futebol português, nos dias 30 e 31 de janeiro, assinala o encerramento do primeiro ciclo de trabalho das seis comissões permanentes e das treze comissões não permanentes criadas no quadro do mandato da atual liderança da Federação Portuguesa de Futebol. A participação de representantes de todos os agentes desportivos, complementada pelo contributo de peritos nas diversas áreas, permitiu um alargamento significativo do debate e promoveu uma reflexão crítica, plural e democrática.Trata-se de um projeto relevante, mas deve ser compreendido nos seus exatos termos: as comissões produziram propostas a submeter à direção da FPF, cabendo agora aos órgãos democraticamente eleitos definir prioridades e tomar decisões, sempre no respeito pelo programa eleitoral que foi amplamente escrutinado e sufragado em fevereiro de 2025.