Era certo, mas esta semana ganhou cariz oficial. A FIFA atribuiu com pontuação histórica a organização do Mundial de 2030 ao consórcio Portugal, Espanha e Marrocos, realizando-se assim o primeiro Campeonato do Mundo em solo nacional. Só posso associar-me aos rasgados elogios ao trabalho da equipa que a partir da Cidade do Futebol conduziu este processo. Projeta-se um enorme impacto económico, social e desportivo, que ao ser repartido com outros dois estados nos afasta dos investimentos proibitivos que, tantas vezes, estão associados a uma organização desta dimensão. Estou certo de que em 2030 voltaremos a surpreender pela positiva, garantindo um Campeonato do Mundo atrativo, inovador e seguro, algo que tem feito sempre parte do ADN das organizações de grandes provas internacionais pelo nosso país. Muitos jogadores da atualidade serão, certamente, embaixadores em 2030, a torcer pela fantástica Seleção que continuaremos a ter e alimentando a esperança da conquista de um dos poucos títulos de seleções que ainda nos foge. Entre estes craques a quem devemos muitas conquistas, está o Nani, que anunciou o final de carreira e a quem quero deixar um abraço de profunda admiração pelo percurso desportivo, mas também pela forma de ser genuína, solidária e inspiradora para muitos colegas. Estou certo de que continuará a fazer a diferença com o seu novo projeto.