Por mim, está feito, o Trubin não precisa de mais elogios. Por esta semana, basta de elevar o ucraniano aos céus. Até porque, lá para meio de fevereiro, vai ter de voltar a jogar duas vezes com o mesmo Real Madrid e deve concentrar-se exclusivamente na parte defensiva da sua posição, é isto que o bom senso recomenda. A Europa e o mundo estarão, naturalmente, de olhos postos no guarda-redes do Benfica à espera de um novo número de magia, mas a única coisa que pedimos a Trubin é para não deixar entrar golos na sua baliza nos próximos dois confrontos internacionais e já é pedir muito. Adiante. Já se falou o suficiente de Anatoly Trubin, o golo que marcou já foi descrito mil vezes com palavras empolgadas e pintado outras mil vezes com as cores mais sensacionais, mas ninguém perdeu muito tempo a inspirar-se para prosa artística nos outros dois protagonistas do lance que resultou no quarto golo do Benfica ao Real Madrid.
