Não foi por causa da "pausa das seleções" que o Benfica fez uma pequena figura, muito pequenina mesmo, no jogo com o Feyenoord. Na vigência de Roger Schmidt era sabido que qualquer interrupção por força do calendário das seleções era justificação para a menor produtividade da equipa e para uns quantos tropeções. Aconteceu algumas vezes ou vezes demais. A culpa era, invariavelmente, atribuída ao treinador alemão e à sua mania de conceder aos jogadores sobrantes e a si mesmo um período de miniférias enquanto os jogadores ausentes se ocupavam com os as respetivas seleções. Bruno Lage não fez nada disso. Manteve-se no Seixal com os seus jogadores não convocados para as seleções e chamou uns quantos jovens das equipas secundárias do Benfica para se integrarem no "grupo de trabalho" porque não havia gente suficiente nem tempo a perder.
