Uma goleada sem precisar de ir aos limites

Após a sensacional vitória na Champions, notou-se um Sporting cansado?

É verdade que os leões não carregaram a fundo, mas isso teve mais a ver com o golo cedo de Pote do que com a fadiga resultante do embate anterior. Desta vez, a missão era conquistar os 3 pontos e não marcar determinado número de golos como sucedera com o Bodo/Glimt. Houve gestão inteligente que, ainda assim, deu para construir um êxito folgado e justo.

Nuno Santos continua azarado...

Nem mais. Depois de uma paragem tão longa, não merecia voltar a lesionar-se. Compreende-se a sua tristeza e desespero.

Suárez justificou o ‘amarelo’ no lance do penálti revertido?

Nem um pouco! Levantou a perna para não tocar no guarda-redes, desequilibrou-se e caiu. E segundos depois já estava a dizer que não era penálti. Foi honesto (como raramente se vê no futebol de elite). O único cartão que poderia justificar era o branco. Pouco depois foi 'compensado' com um golo de belo efeito.

O Alverca podia ter feito melhor?

Ofensivamente, talvez não. Marcou e teve mais um ou outro lance prometedor. Já a defender exibiu muitas fragilidades que, claro, o Sporting soube aproveitar.

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