A continuidade de Di María no Benfica foi uma das novelas que animaram o último defeso. A trama talvez não tivesse as audiências do sai-não sai de Gyökeres ou do vem-não vem de Ioannidis, mas gerou, mesmo assim, acalorada discussão sobre o custo-benefício da permanência do argentino ou sobre os ganhos e perdas que se sentiriam num balneário ultrassensível de um clube altamente escrutinado.