Hugo Viana chega com mérito ao cargo mais desejado por qualquer diretor-desportivo. Terá muita responsabilidade, um escrutínio necessariamente apertado, mas abraça um emprego no clube mais rico do Mundo, ou pelo menos aquele que tem maior capacidade de investimento, em termos da relação entre o dinheiro para gastar e a capacidade de atrair os melhores jogadores, não fosse o Manchester City o crónico campeão da liga mais competitiva e mediática do Planeta.