Quero, posso e mando

Tiago Martins é considerado um especialista como Vídeo-árbitro (VAR), mas desrespeita essa função quando assume o papel de árbitro. Esta época já nos habituamos a decisões erradas em que, após intervenção do VAR, insiste em manter o erro mostrando muitas dificuldades em ser ‘contrariado’. A humildade deve ser uma das principais características de um árbitro, para com todos os intervenientes no jogo, principalmente para os membros da sua equipa. O Conselho de Arbitragem (CA) deve ter a coragem de tomar uma decisão e evitar que o melhor VAR português continue a desrespeitar a função quando, em situações de erros claros e óbvios, ignora os colegas de equipa. Não entendo a proteção a um árbitro que ao longo dos anos estagnou na evolução, não justificando a indicação a internacional quando só tinha alguns meses como árbitro do 1.º escalão. A escolha a dedo do antigo presidente do CA nunca foi justificada com a qualidade que se impunha, muito pelo contrário. A academia de arbitragem só serviu para alimentar o ego do seu ‘inventor’ e facilitar a ascensão de alguns personagens, sem valor comprovado, no contexto da arbitragem. Era imperativo substituir os que incomodavam por outros mais submissos ao sistema implementado na arbitragem. Decisões erradas que minaram a arbitragem e, incompreensivelmente, prevalecem até aos dias de hoje.

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