1- O 20.º título de campeão nacional do Sporting foi tão justo quanto incontestável, de tal forma a superioridade da equipa de Rúben Amorim ao longo do campeonato se foi afirmando e tornando patente ao longo do tempo. Beneficiou, como o escrevi na altura, de decisivas ajudas arbitrais nos primeiros jogos do campeonato, quando a equipa ainda procurava o rumo adequado e Gyökeres ainda não tinha mostrado todo o seu esplendor e quando, portanto, um ou mais tropeções a abrir podiam ter comprometido a confiança da equipa. Mas, a partir daí, foi uma estrada a direito para o título, frente a um Benfica de futebol claramente inferior e a um FC Porto desnorteado por erros próprios ou induzidos de fora – mas que, quando aconteceram, já só impediram os portistas de lutarem pelo segundo lugar.