Com esta decisão que suspende preventivamente Prestianni, a UEFA parece preparar-se para castigar de forma pesada um jogador com base na mera palavra de um outro. Um péssimo precedente para um desporto/espetáculo carregado de ilusionistas e simuladores, mesmo já na era do VAR. O que a UEFA deveria fazer, num caso destes, seria explicar aos milhões de cidadãos interessados nesta polémica que não condena seja quem for sem provas. E aqui não há quaisquer provas de um delito, que, a ter acontecido, é muito feio e inaceitável. Mas, na dúvida, é melhor não condenar um culpado, do que correr o risco de castigar um inocente.