Há 14 meses, Ruben Amorim condenava os seus jogadores do Sporting a um profundo sentimento de orfandade e rumava ao gigante Manchester United, cheio de certezas e espírito positivo. Agora, 63 jogos oficiais depois, Amorim é despedido com uma folha de serviço medíocre – apenas 24 vitórias – e um discurso final agressivo, que ainda falta decifrar.