Há muito que a sociologia da emigração alimenta a hipótese de que o regresso ao país é mais uma construção mitificada do que uma realidade concreta. No mundo do futebol não é muito distinto. Os jogadores saem, para garantir o futuro financeiro e, já agora, para encontrar quadros competitivos mais interessantes, mas vão sempre deixando cair a ideia de que gostariam de voltar um dia para jogar pelo clube do coração.