Os mais loucos serão sempre os mais felizes. Refleti sobre isso cedo, quando li algo de Erasmo de Roterdão numa dessas vezes em que abri uma página ao calhas de um calhamaço de filosofia. No fundo, agi como é suposto com aqueles livros que prometem cartas de felicidade diárias, fosse qual fosse a minha intenção. Não que o queira adjetivar já dessa maneira, mas lembro-me da teoria do holandês quando olho para Lamine Yamal. Cabelo descolorido, uma ou outra provocaçãozinha aos adeptos rivais, hesitação seguida de finta e... mais um golo com direito a sorriso metálico.