Sou mais da moda de Cruyff mas...

Sabia que Barcelona tinha de ter algo de mágico. Era o que me prometiam as obras que devorei do Ruiz Zafón. Visita feita, ninguém me tira da cabeça duas coisas. Primeiro, que o plano Cerdá, aquele que deixou a cidade com a sua disposição simétrica, tem de ter saído da cabeça de um virginiano, tal o gosto pela organização. Segundo, que ainda mais bonita do que a história que conta cada viela da cidade, podem ser as estórias de um bairro.

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