O barulho foi tão ensurdecedor acerca das incongruências dos sinais emitidos pelas autoridades políticas e sanitárias aquando da final da Champions que faltou um agradecimento público a Fernando Gomes e Tiago Craveiro. Nunca esteve em causa a organização da mesma, nem o prestígio e a capacidade dos homens fortes da FPF, nem o mérito de terem conseguido que a UEFA colocasse Portugal em dois anos consecutivos como capital da decisão da mais importante e atractiva para as audiências competição entre clubes.