O Manchester United é um colosso, um dos maiores clubes do mundo, só que desde a saída do mítico Alex Ferguson é um cemitério de treinadores (foram oito e nem José Mourinho com uma Liga Europa sobreviveu) com gastos faraónicos de mais 2,1 mil milhões de euros em jogadores. É um desafio tremendo para qualquer um, mas não menor ao nível do prestígio. Erik Ten Hag tinha escrito no rosto pouco inteligente a crónica da sua morte anunciada. Agora, os "red devils" contratam um técnico excepcional bem como um comunicador excepcional. Ora, eles não tinham nem uma coisa nem outra e o seu insucesso de anos já começava nas conferências de imprensa.