Antes de ir ao osso do artigo, não podemos desvalorizar o que se passou com Guardiola. Sabemos a pressão a que todos os líderes estão sujeitos, sobretudo quando os resultados não são bons, algo inédito com o colosso em que se tornou o Manchester City, contudo, surgir numa conferência de imprensa arranhado e com lesões no nariz e depois ainda tentar brincar com um assunto sério que afecta tanta gente não fica bem ao técnico que o mundo aprendeu a admirar. Disse o espanhol que "queria magoar-se a si próprio", ora, essa pretensa auto mutilação não é compaginável com um tema cada vez mais no topo das preocupações como a saúde mental.