O Benfica está em ano eleitoral e quando assim é temos um vulcão prestes a entrar em erupção. Sobretudo quando o líder ainda não manifestou vontade de se recandidatar e no relvado as oscilações são evidentes, como as verificadas em Rio Maior e Turim, dó catastrófico ao clímax que é seguir em frente na Champions com nota elevada.