A análise de Rui Malheiro ao Barcelona: a revolução alemã

• Foto: Lusa/EPA

A namorar o superlativo nos desempenhos na Liga dos Campeões – 5 triunfos consecutivos após a derrota na ronda inicial no Mónaco, o que lhe permite ocupar o 2.º lugar da classificação a 3 pontos do imbatível Liverpool –, na Supertaça espanhola – com uma vitória gorda na final sobre o Real Madrid (5x2), que já havia batido para o campeonato, no Santiago Bernabéu, por um pungente 4x0 – e no arranque da Copa do Rei, o Barcelona tem desiludido em La Liga, onde ocupa o 3.º lugar, na companhia do Athletic, mesmo que não possa dar o título como perdido. Só que os 18 pontos perdidos nas derradeiras 8 jornadas, em que apenas venceu o Maiorca, e as 9 partidas consecutivas a sofrer golos no campeonato, confirmam debilidades dos culés ante equipas que se apresentam em blocos baixos, nomeadamente a defender em 6x3x1, e saibam metamorfosear a transição ofensiva em contragolpes veementes, expondo as vulnerabilidades do Barcelona, se a sua pressão impetuosa for superada, na transição defensiva.

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